O andarilho carioca

O andarilho carioca

Carlos Augusto Corrêa

ISBN - 978-85-65375-57-3

1ª edição, 2019

Formato:

Brochura com orelha 12x18 cm

150 páginas

No prelo

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Sinopse:

Carlos Augusto Corrêa é um andarilho das letras. Ou melhor, um escritor que anda pelas ruas dos diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro, sempre escrevendo, anotando e observando os mínimos detalhes da vida que pulsa nas calçadas, no asfalto, nas portarias dos prédios, nos transeuntes e até, talvez, no interior dos apartamentos. Sua imaginação procura sempre no burburinho das praças, do comércio das lojas, supermercados e livrarias um tema para ser transfigurado e transformado em texto de fina e sutil escritura. E Carlos Augusto vai botando tudo no Face, na sua página do Face, Chão de Praça, num estilo frugal, mas ao mesmo tempo jornalístico, sempre passando, com sutileza, pela pontuação poética, que no final é o que vai sustentar sua prosa, muitas vezes saudosista. Suas crônicas e minicrônicas, pode-se dizer, contam, também, a história dos becos, ruas, praças e vielas de sua cidade natal, em tom ufanista, principalmente quando confronta realidades bem diferentes da cidade de seu tempo de menino e rapaz, com a atual superpovoada São Sebastião, maravilhosamente surgida no antigamente. Numa linguagem coloquial, poética, e com muito boas sacadas, Carlos Augusto Corrêa vai colorindo as palavras com as cores de seu estilo jornalístico curto de contar estórias.

Carlos Augusto em alguns momentos constrói um discurso engajado politicamente, através da desconstrução do tecido social, diferentemente da maioria dos discursos políticos, surgidos em jornais e revistas, que são referenciais. O seu texto é bem feito, com engenho e arte, pois a ideologização – e o que não é ideológico nesse mundo? – dos acontecimentos em poesia, minimiza aquele Real roubado à dor do mundo. E com textos curtos, sempre do interesse de quem viaja pelo Face, combinados com a formatação visual dessa plataforma, Carlos Augusto Corrêa vai escrevendo suas crônicas gostosas, em bate-papos informais, com personagens interessantes, numa festa literária que atrai o leitor.

Prof. Luiz Cesar Saraiva Feijó (Academia Brasileira de Filologia)