Ozias Filho

Ozias Filho saiu do Brasil no final de 1991. Em Portugal desenvolveu toda a sua vida literária e fotográfica e ainda como Jornalista. Nos quase 27 anos de estadia neste país publicou em 2001 Poemas do Dilúvio (Ed. Alma Azul/Coimbra). Idealizou e protagonizou, entre 2002 a 2004, na Casa da América Latina, os projetos: Uma Hora Com os Poetas, Noites em Pasárgada e Neruda com Amor. Foi durante doze anos responsável da Editora Vozes em Portugal. Em 2005 lançou Páginas Despidas (Edições Pasárgada/Cascais). Em 2006 participou na coletânea de contos Contos-Con-ti-go (LivrododiaEditores/Torres Vedras) e em 2008 publicou pelo mesmo selo o livro de fotografias Santa Cruz com poemas de Luís Filipe Cristóvão; em 2010 integrou a coletânea de contos Só agora vejo crescer em mim as mãos de meu pai; em 2011 publicou o livro de poemas O relógio avariado de Deus (ambos das Edições Pasárgada); colabora regularmente produzindo capas de livros para algumas editoras e autores: A descoberta do mundo, de Clarisse Lispector (Ed. Indícios de Ouro, 2004); Primeiras letras, Quaradouro, Viavária, livros de Iacyr Anderson Freitas (Ed. Nankin, São Paulo, 2007); Aconselho-te crueldade, de Fernando Fiorese (Ed.Nankin, São Paulo, 2010). Está presente em algumas revistas nacionais e internacionais de cultura: Bypass Magazine (Portugal/Londres/Nova Iorque); Sítio (Portugal); Arkai (Alemanha); Alma Azul – revista de artes e ideias (Portugal); Revista da Associação de Leitura do Brasil. Representou o Brasil na III Bienal de Culturas Lusófonas (Portugal/2011). Publicou em parceria com o poeta mineiro Iacyr Anderson Freitas, o livro Ar de Arestas; as fotos desta obra estiveram expostas no Museu de Arte Moderna Murilo Mendes, em Juiz de Fora (Brasil); na Casa da América Latina, em Lisboa; no Palácio dos Aciprestes (Fundação Marques de Pombal), em Oeiras e na Biblioteca D. Dinis, em Odivelas. Publicou em 2014 o livro de fotografias Instagramo-te (imagens feitas exclusivamente usando a ferramenta Instagram pelo celular); ainda neste ano publicou Insulares (Livros de Ontem/Lisboa). Lançou recentemente no Rio de Janeiro, a edição brasileira de O relógio avariado de Deus (Texto Território Editores). Já em 2017 participou, em Lisboa, na Semana da Poesia Ibero-Americana (e na respetiva antologia de escritores, editada para o evento). Como fotógrafo e poeta expôs em 2017 o seu ensaio fotográfico QUASINVISÍVEL, na casa da América Latina, evento que integrou a Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura. É formado em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso; em Fotografia pela Pontifícia Universidade Católica, ambas no Rio de Janeiro; é pós-graduado em Edição e Novos Suportes Digitais, pela Universidade Católica Portuguesa.