TextoTerritório

Lugar para criação de textos. Textos para criação de lugares.

Campanha para publicação

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Esta ainda não é a capa do livro.
Trata-se de um card ilustrativo.


Campanha encerrada

Em breve os exemplares comprados serão enviados aos leitores e serão agendados lançamentos presenciais no Rio e em Juiz de Fora,


Lançamentos

Dividido em três partes, Estranha forma de vida apresenta a percepção do autor sobre desigualdades sociais, políticas sociais equivocadas e, finalmente, sobre o triste momento atual de pandemia.

Na primeira parte, Mãe gentil, o poeta coloca o dedo na ferida ao clamar “triste brasiu /sem calça / pátria ao deus dará / não és mãe gentil / tão desalmado estás”.

Na segunda parte, Cidade Proibida, retrata a pobreza extrema visível nas ruas das grandes cidades: “às cinco horas / deitado / a dormir ou desacordado / de fome ou dopado /exibe na boca entreaberta / um canino solitário”.

Na terceira parte, A Peste atinge a todos por expor uma realidade vívida e sem fim. E, principalmente, o medo presente em tudo e em todos. O medo de amar, de viver, de morrer, como em “visitas”: “um de nós sem saber / pode estar doente / e adoecer o outro”.

Talvez a leitura dos poemas nos impulsione a enxergar a realidade nefasta em que vivemos.

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Este livro reúne memórias e relatos pitorescos de vida do autor, que adverte:

“Ao escrever essas histórias não tive nenhuma pretensão literária. Alguns amigos sugeriram-me que as deixasse registradas. Aí vão elas.”

Interessa-nos, como editores, contrariar essa suposta falta de pretensão e refletir sobre o significado e o alcance público de nossos projetos. Quando propõe ser “lugar para criação de textos” e publicar “textos para criação de lugares”, a TextoTerritório tem em mente um sentido muito específico do poético, que se define pelo seu alcance público. Não é de hoje que nossa tradição literária costuma articular a leitura de relatos da vida privada com seus significados perante a esfera pública. E essa articulação dimensiona socialmente a ficção e a poesia, que tanto defendemos como discursos transformadores dos lugares, dos espaços que se definem pela complexa e intrincada malha das relações humanas.


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É com muita alegria que a TextoTerritório anuncia a reedição desse livro imprescindível para a poesia contemporânea brasileira.

A primeira edição de Terra presente, de 1998, contou com um número limitadíssimo de exemplares, já há muito esgotados.

Escrito entre 1982 e 1992, o livro reúne momentos variados, desde flashes de Vila Isabel, da infância e do cotidiano do poeta, até a época conturbada de 68, incluindo a reflexão sobre a própria linguagem de poesia.

Trata-se de um só poema dividido em partes e subpartes; cada uma focaliza aspectos distintos ou dá sequência a esses mesmos aspectos. E todas as partes, não obstante desenvolverem facetas diversas, têm um denominador comum: a busca de uma terra mais concreta e democrática.

Para os tempos obscuros em que vivemos, a memória dos anos de chumbo, em Terra presente é mais do que necessária.

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Adotando um tom jocoso da sátira, o poeta não deixa de prestar sua homenagem aos grandes (e pequenos) nomes do panteão de poetas brasileiros. O leitor vai encontrar, aqui, Bandeira, Drummond, Cabral, mas também Casimiro de Abreu e Ana Cristina Cesar. Há, inclusive, poetas de fora, como Camões, Neruda ou Tennyson. O que todos têm em comum? A láurea que ficou maior que os versos.

Porém, muito mais do que a apresentação de um elenco referenciado (e reverenciado) pelo jogo parodístico, desimitações apresntam uma tese, a de que a láurea dos poetas brasileiros vem a ser gêmea da toga dos magistrados corruptos. Pela crítica a uma poesia excessiva, frágil, mas incensada, dos árcades aos contemporâneos, oswaldo martins revela a fragilidade da sociedade que se deixa desmobilizar por juízes e outros doutores que, de toga, jaleco ou farda, com seus "conjes" e sua corja, vivem da mais valia dos privilégios ante um povo, ainda, bestializado.

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As idas e vindas de uma história de amor narrada durante um voo do Norte ao sudeste do país são o eixo que sustenta a expectativa do leitor da primeira à última linha de Transfronteiras.

Pulsam, no romance de Rute Gusmão, não só as fronteiras do humano, mas sua ultrapassagem e o desejo de unidade política e cultural de que muitas vezes não nos damos conta.

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